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O que é Economia Criativa? Quando surgiu? Onde atua?

  • Foto do escritor: Caras & Cores
    Caras & Cores
  • 8 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

(imagem retirada do Freepik)


Conceito que surgiu na Austrália, em 1994, sendo um conjunto de políticas públicas lançadas para tornar o país uma nação criativa. Todavia o termo e a ideia só ganharam força em 1996 quando Tony Blair incluiu o tema em sua campanha para o cargo de primeiro-ministro no Reino Unido. Naquela época, o país enfrentava uma grave crise e não tinha perspectivas de crescimento, então, Blair criou uma força-tarefa para que ele pudesse crescer a partir de seu patrimônio intangível, de Beatles a Shakespeare: A Indústria Criativa.


O termo “economia criativa” é o conceito utilizado para definir negócios movidos pelo capital intelectual, cultural e criativo, engloba atividades nos setores de criação produção e distribuição de bens e serviços. Exemplos de aplicações de economia criativa podem ser observados em produtos que facilitam o dia a dia do ser humano, como por exemplos aplicativos de delivery: Ifood, Rappy ou Uber Eats ou então aplicativos de transporte como a grande empresa Uber. Esses aplicativos foram soluções inovadoras para solucionar problemas que muitas pessoas enfrentam no dia a dia.


No Brasil existem 20 principais setores na economia criativa, foram estabelecidos pelo Decreto Nº 7743, o primeiro a prever a Secretaria de Economia Criativa como órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

São eles:


1. Animação

2. Arquitetura

3. Artesanato

4. Artes Cênicas

5. Artes Visuais

6. Audiovisual

7. Cultura Popular

8. Design

9. Entretenimento

10. Eventos

11. Games

12. Gastronomia

13. Literatura e Mercado Editorial

14. Moda

15. Música

16. Publicidade

17. Rádio

18. Software aplicado à área

19. Turismo Cultural

20. TV


COMO ELA ATUA NO MERCADO?


A economia criativa está transformando o mercado por oferecer soluções criativas para problemas que ainda nem foram criados. E hoje com a velocidade em que tudo se transforma muitas empresas estão correndo para incorporar criatividade e inovação em seus produtos e serviços e isso acaba tornando o mercado cada vez mais competitivo.

A economia criativa é dividida em 4 partes, sendo elas:

  1. Herança cultural ou patrimônio - É onde se concentra a cultura, mas tradicional do lugar, como artesanatos, exposições, festas populares, gastronomia típica e museus.

  2. Artes - É a área em que se concentra produtos e atividades visuais e performáticos, como dança, escultura, fotografia, música e teatro.

  3. Mídia - Responsável por produzir e levar conteúdo criativo para o público sendo, a mídia editorial (imprensa, livros, revistas e sites) e a mídia audiovisual (cinema, rádio e televisão).

  4. Criações funcionais - Responsável pelas atividades que possuem demanda, como brinquedos, marketing digital, moda, publicidade, softwares e videogames.

Autor do texto: Gabriela da Silva



Créditos da imagem:







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